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Diagnóstico participativo avalia proteção humanitária de indígenas Warao refugiados no Acre

A cultura, a trajetória, os costumes, os saberes, a espiritualidade e a subjetividade do povo Warao foram objetos de estudo de pesquisadores autônomos que produziram o “Diagnóstico participativo sobre a proteção humanitária de refugiados Warao no estado do Acre”. O material integra um projeto de pesquisa internacional, sob a coordenação da Universidade de Strathclyde no Reino Unido e financiado pelo Conselho de Pesquisa Econômica e Social do Reino Unido (ESRC).

Segundo os autores, entre eles representantes da Ouvidoria da Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE-AC), o objetivo do estudo foi “descrever as percepções do grupo de indígenas Warao que se encontram em situação de refugiados na cidade de Rio Branco, principalmente das suas lideranças indígenas, contribuindo para uma melhor compreensão a respeito dos seus modos de organização cultural e socioeconômico”.

Conforme o material, uma das motivações para o diagnóstico foi o acompanhamento realizado pela ouvidoria da DPE-AC, desde 2019, da chegada dos primeiros indígenas Warao no Acre. “Sentimos a necessidade de contribuir para que o Estado, organizações e sistema de justiça compreendessem a dinâmica social em que os Warao se encontravam no Acre e de que forma poderíamos contribuir para um caminho adequado e um resultado salutar baseado nos direitos humanos, conforme os tratados em que o Brasil é signatário, de acordo com a convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho”, aponta o documento.

Para ler o estudo na íntegra, confira aqui: DIAGNÓSTICO PARTICIPATIVO SOBRE A PROTEÇÃO HUMANITÁRIA DE REFUGIADOS WARAO NO ESTADO DO ACRE (2).