O evento aconteceu de forma remota, com transmissão pela plataforma de videoconferência CiscoWebex e pelo canal do CNJ no Youtube. 

Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – com apoio da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e dos coordenadores do Encontro Nacional dos Juízes e Juízas Negros (Enajun) – promoveu o Seminário “Questões Raciais e o Poder Judiciário”

Voltado às reflexões acerca do enfrentamento do racismo estrutural que se manifesta também institucionalmente no sistema de justiça, aconteceu nesta terça-feira (7), de forma remota, com transmissão pela plataforma de videoconferência CiscoWebex e pelo canal do CNJ no Youtube

Na ocasião, nossa presidente, Maria de Nápolis, ressaltou que o tema tratado no seminário é bastante atual e que eventos como esse demonstram a conscientização da sociedade em reconhecer o assunto como um problema:

“O reconhecimento é o primeiro passo para a desconstrução do racismo estrutural e institucional tão presente na nossa sociedade. Mas nós não podemos ficar só no reconhecimento. Todos os dias, milhares de pessoas negras procuram o atendimento das Defensorias Públicas de todo o país. Todos os dias, nós, defensoras e defensores públicos, nos deparamos com o contexto de desigualdade e de exclusão. E a grande parte das histórias dessas pessoas também são levadas ao Poder Judiciário. É preciso relembrar sempre o desejo do nosso constituinte originário expresso no preâmbulo da nossa constituição: ‘construir uma sociedade livre, justa e solidária’."

Maria de Nápolis também destacou que Justiça se faz com igualdade e com respeito aos direitos fundamentais e à dignidade da pessoa humana, mencionando a importância da representatividade negra em diversos setores:

Justiça se faz reconhecendo que existem nesse país pessoas negras que não tiveram as mesmas oportunidades, que precisam de representatividade nas universidades, nos órgãos públicos, no sistema de justiça. Quando o Poder Judiciário reconhece isso em seus julgados, em seus seminários, em suas ações, e quando o sistema de justiça se reúne para discutir esse tema, nos traz esperança. Que essa esperança, que sempre inundou os olhos das pessoas negras do nosso país, seja o elemento motivador para nos manter enquanto sistema de justiça sempre no fronte dessa batalha contra o racismo. É esse o compromisso das Defensorias Públicas de todo o país”, defendeu.

Para consultar a programação completa, clique aqui

Morgana Nathany, da Assessoria de Comunicação 

Com informações do CNJ

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